Olha, eu vou dizer para vocês por que assistir Cordel Encantado vale a pena.
1- Os personagens são clássicos
Tem rei, tem príncipe, tem princesa, tem mocinho e vilão. Tem um reino e uma cidadezinha "tão, tão distante". Tem a pobre que na verdade era rica, mas que gosta da vida mesmo assim, como ela é, e é feliz porque tem amor no coração. Ou seja, é um conto de fadas. E quem não gosta, não é mesmo?
Os conflitos dos personagens giram, basicamente, em torno de sentimentos nobres. É tudo por amor, até mesmo as vilanias de Timóteo (Bruno Gagliasso), que ama tanto Açucena (Bianca Bin) que não aceita perder para Jesuíno (Cauã Reymond). E assim vai, dia após dia.
2- As cidades são fictícias
Ou você já foi para Brogodó e recebeu oferta de compras coletivas para quatro dias em Seráfia? Não, né. Isso distancia a gente daquela vida toda da novela. É diferente de quando a trama se passa em algum lugar bem próximo. Hoje em dia, é muito mais difícil pensar em passear pela orla do Leblon e não ouvir uma trilha de abertura das novelas do Manoel Carlos.
3- As imagens são bonitas
A direção e produção a pretendem aproximar as imagens à qualidade do cinema. Para isso, utilizam vários recursos que já fizeram parte de outras novelas, como cãmeras e iluminação especiais, além de um belo tratamento de imagem. Por exemplo, Brogodó tem cores mais quentes, enquanto Seráfia é mais acinzentada.
E dá ou não mais gosto de ficar olhando para as cenas?
4- As músicas são bem escolhidas
A trilha sonora de Cordel Encantado é formada por cantores brasileiros, de grandes nomes a revelações. E cada uma delas traz mais sentido para cada cena ou personagem.
Um exemplo bom é Bela Flor, cantada por Maria Gadú.
Algumas remetem muito para o cangaço, como Candeeiro Encantado, de Lenine.
Enfim, é um exemplo típico de quando a gente ouve uma música e sabe, direitinho, do que estão falando e o que podemos ver em cena.
5- As histórias são feitas para encantar, não para convencer
O que eu quero dizer com isso? Ninguém ali pretende que a gente acredite que aquilo possa ser absolutamente REAL. Muito já conversei com a colega Júlia Timm sobre isso. A novela quer que você fique encantado com o conto de fadas e só.
Por isso, e só por isso, tem um cangaceiro que é pai do justiceiro que é apaixonado pela menina que no fim era a princesa cobiçada pelo filho do coronel rico que prometeu a filha para o delegado que tem medo do cangaceiro e, UFA!, quanta coisa. O bom é que no meio disso tudo tem um cinema na cidade, daí todo mundo pode se divertir.
Ou seja, a novela é feita pra que a gente viaje junto. E isso é bom. Está ali pela diversão que, no fim das contas, é só o que a gente espera quando senta na frente da TV.
Pena é que ela passa às 18h e nem todo mundo pode acompanhar (inclusive essa que vos escreve, mas que dá um jeito de rever tudo pela internet).
Agora, se ela é melhor ou pior que as outras opções, que agora vão até às 23h com O Astro, não me cabe definir. Fica pelo gosto de cada um.
1- Os personagens são clássicos
Tem rei, tem príncipe, tem princesa, tem mocinho e vilão. Tem um reino e uma cidadezinha "tão, tão distante". Tem a pobre que na verdade era rica, mas que gosta da vida mesmo assim, como ela é, e é feliz porque tem amor no coração. Ou seja, é um conto de fadas. E quem não gosta, não é mesmo?
Os conflitos dos personagens giram, basicamente, em torno de sentimentos nobres. É tudo por amor, até mesmo as vilanias de Timóteo (Bruno Gagliasso), que ama tanto Açucena (Bianca Bin) que não aceita perder para Jesuíno (Cauã Reymond). E assim vai, dia após dia.
2- As cidades são fictícias
Ou você já foi para Brogodó e recebeu oferta de compras coletivas para quatro dias em Seráfia? Não, né. Isso distancia a gente daquela vida toda da novela. É diferente de quando a trama se passa em algum lugar bem próximo. Hoje em dia, é muito mais difícil pensar em passear pela orla do Leblon e não ouvir uma trilha de abertura das novelas do Manoel Carlos.
3- As imagens são bonitas
A direção e produção a pretendem aproximar as imagens à qualidade do cinema. Para isso, utilizam vários recursos que já fizeram parte de outras novelas, como cãmeras e iluminação especiais, além de um belo tratamento de imagem. Por exemplo, Brogodó tem cores mais quentes, enquanto Seráfia é mais acinzentada.
E dá ou não mais gosto de ficar olhando para as cenas?
4- As músicas são bem escolhidas
A trilha sonora de Cordel Encantado é formada por cantores brasileiros, de grandes nomes a revelações. E cada uma delas traz mais sentido para cada cena ou personagem.
Um exemplo bom é Bela Flor, cantada por Maria Gadú.
Algumas remetem muito para o cangaço, como Candeeiro Encantado, de Lenine.
Enfim, é um exemplo típico de quando a gente ouve uma música e sabe, direitinho, do que estão falando e o que podemos ver em cena.
5- As histórias são feitas para encantar, não para convencer
O que eu quero dizer com isso? Ninguém ali pretende que a gente acredite que aquilo possa ser absolutamente REAL. Muito já conversei com a colega Júlia Timm sobre isso. A novela quer que você fique encantado com o conto de fadas e só.
Por isso, e só por isso, tem um cangaceiro que é pai do justiceiro que é apaixonado pela menina que no fim era a princesa cobiçada pelo filho do coronel rico que prometeu a filha para o delegado que tem medo do cangaceiro e, UFA!, quanta coisa. O bom é que no meio disso tudo tem um cinema na cidade, daí todo mundo pode se divertir.
Ou seja, a novela é feita pra que a gente viaje junto. E isso é bom. Está ali pela diversão que, no fim das contas, é só o que a gente espera quando senta na frente da TV.
Pena é que ela passa às 18h e nem todo mundo pode acompanhar (inclusive essa que vos escreve, mas que dá um jeito de rever tudo pela internet).
Agora, se ela é melhor ou pior que as outras opções, que agora vão até às 23h com O Astro, não me cabe definir. Fica pelo gosto de cada um.








